Depois de uma longa ausencia voltei.
Voltei porque nem sempre se escreve para descarregar. hoje carrego. voltei carregado. cheio de energia que me faz continuar. sempre em frente. 'para trás mija a burra dizia o meu avô', às vezes o velho diz umas coisas giras.
Hoje queria mostrar o meu lado feliz,
Falaste-me de uma tal vista,
De algo que nunca eu tinha olhado
Senti então cá dentro uma voz, Arrisca!
Foi logo à primeira, sabia que tinha gostado!
Tinha pessoas, mágicos, mentirosos, e ricos e pobres
E tinha o Sol e a Lua ao mesmo tempo
E todos eram simples, todos eram nobres
E nenhum era brisa mas sim vento!
E as folhas caíam, e as rochas brilhavam
E os nossos olhares se cruzavam
(E...STOP!!! ) [Pausa de respiração- também é preciso!]
Não tirei mais os olhos de ti,
Foi veneno ou magia...
Indestinguivel, algo que nunca vi...
Deixaste-me sereno, invadido de alegria!
E olhaste-me outra vez...
Tapei os olhos, não queria ficar indefeso,
E, quando sem querer olhei
Estavas como sempre, bela, e eu a ti...preso!
(...)
E volto, cheio de tudo!
sábado, 24 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Insónias II
Hoje não tenho insónias. Não tenho sono. Não consigo dormir. Não lhe vou chamar insónias, contudo, aproveito o titulo para ligar ao primeiro 'insónias'. Um dia quem sabe escrevo um livro que se chamará "Insónias. Volumes".
Não tenho sono porque estou à espera da hora. O relógio do emigrante bate a hora. são 4h aqui. pelas três por lá. a bracelete de borracha deixa a sua marca. Vai tudo deixando, ou não?
Hoje soube que um amigo meu morreu. Soube há pouco mais de uns cigarros desbaforados. Que raio de exercicio é este que temos de fazer, viver. Para quê? Por vezes pergunto-me como é possível fazer planos e armar tendas em terras desconhecidas com ideia de ficar para sempre. Ideias suicidas...
Como se não bastasse o que já está num marco de correio por abrir, umas cartas com ar de riciculo porque o envelope é grande demais para a pequenice que é escrever uma carta nos dias que correm. Uma Carta. Não uma qualquer. Uma Carta por exemplo como a que o meu amigo me escreveria se soubesse a minha morada agora!
Gosto de Cartas! Por favor quando leres este texto manda-me a tua morada que mando-te uma Carta!
Não me percebo quando escrevo. Tenho cerca de 3 cigarros mais no maço desmaçado de orelhas de cartão. Faz falta por vezes toda a gente ter orelhas para ouvir bem. Melhor, para escutar com atenção aos pormenores! Os pássaros voam esta noite, não sei se chegam ou se vão para algum lado.
São rotas de emigrante. Já me deste um relógio.
Não me disseste adeus.
Eu não lhe disse Adeus. Ele partiu para uma viagem à volta de tudo, de frente para trás. Foi de carro, um machibombo que tanto gostava. Sempre com falta de óleo e gasolina no fim.
Tenho medo de nunca te dizer Adeus. Não sei se será bom ou mau. Quem não diz adeus significa que volta, um dia voltará. Quem fica à espera do adeus fica sempre à espera.
Muitas vezes não dizemos coisas mas fazemos coisas que falam por nós. Não precisas de me dizer. Eu sei.
Eu sei que te vais divertir como sempre o fazes! Eu sei que não te vais lembrar de mim durante dias e noites. E depois passas por minha casa e queres fazer-me uma visita. Mas eu não estou. Não me disseste Adeus foda-se! Não fiquei à espera. às vezes queria que esperássemos juntos!
Eu espero por ti!
por voçês.
Este texto está uma confusão. Vou matar um cigarro mais e perceber o que afinal quero escrever...
morto.
O que quero mesmo dizer, é, nu e cru,
Que faças boa viagem. Que não te esqueças de nós, que não te esquecemos Neves.
Que não te esqueço J. ainda não, ao contrário do que possas pensar.
nicotina esclarece por vezes. Estou mais descando, por enquanto, até nos vermos. Todos.
Até já!
K'
Não tenho sono porque estou à espera da hora. O relógio do emigrante bate a hora. são 4h aqui. pelas três por lá. a bracelete de borracha deixa a sua marca. Vai tudo deixando, ou não?
Hoje soube que um amigo meu morreu. Soube há pouco mais de uns cigarros desbaforados. Que raio de exercicio é este que temos de fazer, viver. Para quê? Por vezes pergunto-me como é possível fazer planos e armar tendas em terras desconhecidas com ideia de ficar para sempre. Ideias suicidas...
Como se não bastasse o que já está num marco de correio por abrir, umas cartas com ar de riciculo porque o envelope é grande demais para a pequenice que é escrever uma carta nos dias que correm. Uma Carta. Não uma qualquer. Uma Carta por exemplo como a que o meu amigo me escreveria se soubesse a minha morada agora!
Gosto de Cartas! Por favor quando leres este texto manda-me a tua morada que mando-te uma Carta!
Não me percebo quando escrevo. Tenho cerca de 3 cigarros mais no maço desmaçado de orelhas de cartão. Faz falta por vezes toda a gente ter orelhas para ouvir bem. Melhor, para escutar com atenção aos pormenores! Os pássaros voam esta noite, não sei se chegam ou se vão para algum lado.
São rotas de emigrante. Já me deste um relógio.
Não me disseste adeus.
Eu não lhe disse Adeus. Ele partiu para uma viagem à volta de tudo, de frente para trás. Foi de carro, um machibombo que tanto gostava. Sempre com falta de óleo e gasolina no fim.
Tenho medo de nunca te dizer Adeus. Não sei se será bom ou mau. Quem não diz adeus significa que volta, um dia voltará. Quem fica à espera do adeus fica sempre à espera.
Muitas vezes não dizemos coisas mas fazemos coisas que falam por nós. Não precisas de me dizer. Eu sei.
Eu sei que te vais divertir como sempre o fazes! Eu sei que não te vais lembrar de mim durante dias e noites. E depois passas por minha casa e queres fazer-me uma visita. Mas eu não estou. Não me disseste Adeus foda-se! Não fiquei à espera. às vezes queria que esperássemos juntos!
Eu espero por ti!
por voçês.
Este texto está uma confusão. Vou matar um cigarro mais e perceber o que afinal quero escrever...
morto.
O que quero mesmo dizer, é, nu e cru,
Que faças boa viagem. Que não te esqueças de nós, que não te esquecemos Neves.
Que não te esqueço J. ainda não, ao contrário do que possas pensar.
nicotina esclarece por vezes. Estou mais descando, por enquanto, até nos vermos. Todos.
Até já!
K'
sábado, 3 de abril de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
faz(es)-me luz...?
"Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,Quem não conversa com quem não conhece.Quem evita uma paixão e prefere O "preto no branco" a um turbilhão de emoções indomáveis,Justamente as que resgatam brilho nos olhos,Sorrisos e soluços,coração aos tropeços,sentimentos. Morre lentamente quem não se permite fugir dos conselhos sensatos. Evitemos a morte em doses suaves.Estejamos vivos, entao!"
Pablo Neruda
Encontrado num postal que estava caído na rua... Quiçá um conselho que não dispenso de todo! Que me ajuda a fazer-se-me luz!
Quiçá mais alguém me ajude...
K'
Pablo Neruda
Encontrado num postal que estava caído na rua... Quiçá um conselho que não dispenso de todo! Que me ajuda a fazer-se-me luz!
Quiçá mais alguém me ajude...
K'
segunda-feira, 22 de março de 2010
\delta d = \sqrt { \delta x^2 + \delta y = +inf
Há distâncias que são muito grandes. Mas nenhuma é maior que a distância entre dois seres que se querem.
Brand
Brand
domingo, 21 de março de 2010
insonias I
Não consigo dormir. tenho a cabeça ocupada demais para poder pensar em dormir. estou cansado e tenho vontade de ir para a rua correr daqui até aí. não adormecia tenho a certeza.
Tenho medo de chegar aí e teres adormecido.
viro-me para o outro lado e continuo sem sono. Quem sabe tu estás à espera que eu chegue para poderes adormecer e eu nnca mais chego, e perdes as forças de te manter acordada e cais no sono.
Tens medo que eu não chegue e adormeças primeiro?
Quem dera estar a adormecer-te enquanto adormeço, quase sempre, primeiro que tu.
04:49h
Tenho medo de chegar aí e teres adormecido.
viro-me para o outro lado e continuo sem sono. Quem sabe tu estás à espera que eu chegue para poderes adormecer e eu nnca mais chego, e perdes as forças de te manter acordada e cais no sono.
Tens medo que eu não chegue e adormeças primeiro?
Quem dera estar a adormecer-te enquanto adormeço, quase sempre, primeiro que tu.
04:49h
sábado, 20 de março de 2010
apontamentos I
Encontro Mágico
Era uma vez um rapaz chamado Zoe e uma Rapariga chamada Kala. Zoe tinha um cabelo castanho claro russo, e uns olhos muitos grandes, enquanto Kala era morena, com uns olhos que pareciam duas amêndoas ou duas azeitonas e tinha uns lábios grossos que quando húmidos faziam lembrar algodão molhado.
Zoe além de ter de estudar gostava muito de fazer uma coisa, ver o pôr do sol todos os dias, este vivia numa casa junto do mar e todos os dias encostava-se ao varandim existente na porta da sua casa e deleitava-se a ver o por do sol, quente e belo, com o grande luzeiro a dizer com os seus braços quentes laranjas, amarelos, e encarnados, adeus até amanhã a Zoe. Por outro lado Kala gostava muito de ver a lua, parecia-lhe uma bela pérola, muito branca e brilhante, com todas as suas amigas que pareciam bocados de prata deixados cair por alguém que tinha passado a correr, gostava de ver as suas várias formas. Era como uma bela senhora, para cada ocasião mudava de vestido, tinha para cada semana um tipo de apresentação, muito fina pensava Kala!
Zoe e Kala conheciam-se mas nunca tinham tido muitas oportunidades para conversar, apenas um olá rápido ao outro era dado, já que Zoe gostava da parte do luzeiro diurno e Kala deliciava-se com o Luzeiro nocturno e com os bocados de malha espalhados à sua volta como enfeites. Foram crescendo, e, os dois começaram a gostar muito um do outro mas como iriam eles encontrar-se se não se cruzavam em nenhuma altura do dia... já nem no destino se podia crer para fazer estes dois ficarem juntos, nem que fosse durante um pouco de tempo, pois embora não soubessem se gostavam da altura do dia que o outro mais gostava, decidiam ficar-se apenas pela sua altura querida do dia, sem saber como seria a outra.
O mesmo acontecia com o Sol e com a sua amiga Lua, ambos gostavam muito um do outro, e andavam sempre atrás um do outro mas não conseguiam ficar juntos, conseguiam comunicar em pequenos momentos de alguns dias em que se cruzavam ou então trocavam cartas, que, o sol deixava às estrelas, porque nas estrelas como toda a gente sabe pode-se deixar um recado para alguém que só a esse alguém lhe darão o recado, e a Lua, bom a Lua deixava todos os seus recados às nuvens, mas só aquelas que não prometiam chover, para que os recados não ficassem encharcados, assim não se podiam ler! Mas a Lua tinha cuidado ao escolher as nuvens para deixar os seus recados! E assim o Sol explicou o que se passava entre Zoe e Kala à Lua, cuja ficou com a sensação de saber o que é gostar muito de alguém e não se poder estar junto desse alguém, era mesmo muito triste! E perguntou ao sol o que fazer, pois não queria que estes dois andassem atrás um do outro para sempre, sem se conhecerem melhor e pessoalmente, e, sem conhecerem o que o outro gostava.
Até que, ao fim de muitos dias passados, e muitos recados deixados, os dois luzeiros criados pela natureza, que tudo cria com o maior cuidado e amor, decidiram que seria naquele dia que os dois jovens se encontrariam. Como? bom ficava ao cargo dos dois luzeiro e da rotina natural da natureza que por vezes proporciona momentos que se nós pessoas normais não aproveitamos, deixamos passar muito do verdadeiro amor existente na nossa vida, mas isso é algo mais complicado de escrever num conto... seria naquele dia, já tudo estava a postos, as nuvens já tinham todas concordado em não deixar cair nenhum pingo, bom uma delas estava um pouco revoltada mas como era por uma boa causa, cedeu! As estrelas estavam todas a postos para no momento certo brilharem o máximo que pudessem, como se fossem todas super novas, umas estrelas muitos brilhantes, até mesmo as mais velhinhas concordaram em fazê-lo! Tudo estava preparado, só faltava mesmo era que os dois fossem ao local diário à hora que mais convinha tanto a um como a outro, mas seria desta vez as horas diferentes?
Bastava que os dois se cruzassem para perceberem que podiam e deviam ficar para sempre juntos, mas o que teriam preparado o Sol e a Lua? O Sol brilhava e começava a mostrar que ia descer para dar lugar à sua amiga Lua, que Zoe, iria para casa e chegaria Kala, mas desta vez o sol não foi embora, e Zoe achou estranho, estaria o Sol atrasado ou cansado? E começava a Lua a aparecer mais cedo, o que deixava Kala intrigada e sem saber o que acontecia naquele momento com a chegada repentina da Lua, até que os dois luzeiros se juntaram no alto da azul quimera, e, se juntaram cá em baixo numa praia tranquila onde só entrava o barulho das ondas que estavam deveras calmas, os dois jovens.
Juntavam-se então Zoe e Kala, sem se aperceberem do que se passava, mas também sem quererem perguntar como tudo aconteceu ou o que estaria a acontecer. Até que o Sol passou com o seu braço quente por cima do ombro da Lua e lhe soltou um quente beijo e um piscar de olhos à sua amiga, o mesmo acontecia na areia, onde cordialmete Zoe pegava na mão de kala, e, a beijava suavemente com uma caricia no seu belo rosto moreno. Era o eclipse. Um belo eclipse que mudava assim para sempre a vida destes dois seres que passavam a conhecer mais da natureza e do seu interior, algo com real valor, tudo isto acompanhado da dança das nuvens umas muito pesadas outras menos, com as elegantes estrelas, brilhantes e muito belas numa dança mágica, aliás como todo aquele momento, mágico...
Álvaro Cristo
In Centro
Era uma vez um rapaz chamado Zoe e uma Rapariga chamada Kala. Zoe tinha um cabelo castanho claro russo, e uns olhos muitos grandes, enquanto Kala era morena, com uns olhos que pareciam duas amêndoas ou duas azeitonas e tinha uns lábios grossos que quando húmidos faziam lembrar algodão molhado.
Zoe além de ter de estudar gostava muito de fazer uma coisa, ver o pôr do sol todos os dias, este vivia numa casa junto do mar e todos os dias encostava-se ao varandim existente na porta da sua casa e deleitava-se a ver o por do sol, quente e belo, com o grande luzeiro a dizer com os seus braços quentes laranjas, amarelos, e encarnados, adeus até amanhã a Zoe. Por outro lado Kala gostava muito de ver a lua, parecia-lhe uma bela pérola, muito branca e brilhante, com todas as suas amigas que pareciam bocados de prata deixados cair por alguém que tinha passado a correr, gostava de ver as suas várias formas. Era como uma bela senhora, para cada ocasião mudava de vestido, tinha para cada semana um tipo de apresentação, muito fina pensava Kala!
Zoe e Kala conheciam-se mas nunca tinham tido muitas oportunidades para conversar, apenas um olá rápido ao outro era dado, já que Zoe gostava da parte do luzeiro diurno e Kala deliciava-se com o Luzeiro nocturno e com os bocados de malha espalhados à sua volta como enfeites. Foram crescendo, e, os dois começaram a gostar muito um do outro mas como iriam eles encontrar-se se não se cruzavam em nenhuma altura do dia... já nem no destino se podia crer para fazer estes dois ficarem juntos, nem que fosse durante um pouco de tempo, pois embora não soubessem se gostavam da altura do dia que o outro mais gostava, decidiam ficar-se apenas pela sua altura querida do dia, sem saber como seria a outra.
O mesmo acontecia com o Sol e com a sua amiga Lua, ambos gostavam muito um do outro, e andavam sempre atrás um do outro mas não conseguiam ficar juntos, conseguiam comunicar em pequenos momentos de alguns dias em que se cruzavam ou então trocavam cartas, que, o sol deixava às estrelas, porque nas estrelas como toda a gente sabe pode-se deixar um recado para alguém que só a esse alguém lhe darão o recado, e a Lua, bom a Lua deixava todos os seus recados às nuvens, mas só aquelas que não prometiam chover, para que os recados não ficassem encharcados, assim não se podiam ler! Mas a Lua tinha cuidado ao escolher as nuvens para deixar os seus recados! E assim o Sol explicou o que se passava entre Zoe e Kala à Lua, cuja ficou com a sensação de saber o que é gostar muito de alguém e não se poder estar junto desse alguém, era mesmo muito triste! E perguntou ao sol o que fazer, pois não queria que estes dois andassem atrás um do outro para sempre, sem se conhecerem melhor e pessoalmente, e, sem conhecerem o que o outro gostava.
Até que, ao fim de muitos dias passados, e muitos recados deixados, os dois luzeiros criados pela natureza, que tudo cria com o maior cuidado e amor, decidiram que seria naquele dia que os dois jovens se encontrariam. Como? bom ficava ao cargo dos dois luzeiro e da rotina natural da natureza que por vezes proporciona momentos que se nós pessoas normais não aproveitamos, deixamos passar muito do verdadeiro amor existente na nossa vida, mas isso é algo mais complicado de escrever num conto... seria naquele dia, já tudo estava a postos, as nuvens já tinham todas concordado em não deixar cair nenhum pingo, bom uma delas estava um pouco revoltada mas como era por uma boa causa, cedeu! As estrelas estavam todas a postos para no momento certo brilharem o máximo que pudessem, como se fossem todas super novas, umas estrelas muitos brilhantes, até mesmo as mais velhinhas concordaram em fazê-lo! Tudo estava preparado, só faltava mesmo era que os dois fossem ao local diário à hora que mais convinha tanto a um como a outro, mas seria desta vez as horas diferentes?
Bastava que os dois se cruzassem para perceberem que podiam e deviam ficar para sempre juntos, mas o que teriam preparado o Sol e a Lua? O Sol brilhava e começava a mostrar que ia descer para dar lugar à sua amiga Lua, que Zoe, iria para casa e chegaria Kala, mas desta vez o sol não foi embora, e Zoe achou estranho, estaria o Sol atrasado ou cansado? E começava a Lua a aparecer mais cedo, o que deixava Kala intrigada e sem saber o que acontecia naquele momento com a chegada repentina da Lua, até que os dois luzeiros se juntaram no alto da azul quimera, e, se juntaram cá em baixo numa praia tranquila onde só entrava o barulho das ondas que estavam deveras calmas, os dois jovens.
Juntavam-se então Zoe e Kala, sem se aperceberem do que se passava, mas também sem quererem perguntar como tudo aconteceu ou o que estaria a acontecer. Até que o Sol passou com o seu braço quente por cima do ombro da Lua e lhe soltou um quente beijo e um piscar de olhos à sua amiga, o mesmo acontecia na areia, onde cordialmete Zoe pegava na mão de kala, e, a beijava suavemente com uma caricia no seu belo rosto moreno. Era o eclipse. Um belo eclipse que mudava assim para sempre a vida destes dois seres que passavam a conhecer mais da natureza e do seu interior, algo com real valor, tudo isto acompanhado da dança das nuvens umas muito pesadas outras menos, com as elegantes estrelas, brilhantes e muito belas numa dança mágica, aliás como todo aquele momento, mágico...
Álvaro Cristo
In Centro
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