Até onde poderá ir o amor por dois seres humanos?
Poderemos nós estipular um padrão por onde se regem as razoes/sentimentos/motivações que fazem o Homem quebrar algumas das barreiras impostas pela sociedade?
O amor é uma palavra que não utilizamos como deveríamos. Ora quem serei eu para o dizer? Que não passo de um pouco de vento que sopra por entre os cabelos de uma velha coxa que diz bom dia aos mercadores e os engana com as suas contas de mercadoria de comidas…
Será possível o amor entre o vento e a velha coxa? Ou entre o pedinte e o agiota?
Quereis dizer-me antes o que pensais que será de verdade aquilo que eu penso? Oh bom velho vento ensina-me a ser mais maduro e a não despentear os cabelo da velha comerciante, nem antes a levar pelo ar tão sujo boné encarnado cor de sangue que escorre por minhas chagas por ter gostado tanto de ser vento como tu já foras e ainda por vezes és… soprai-me as tuas indicações num sopro que só tu o sabeis fazer, tão suave que ornamentais o cabelo da velha e o fazeis antes parecer uma nêspera das mais belas que a nespereira dá. Ou o boné sujo e velho um ornamento que muitos sonhavam antes usar que o pobre agiota. Tão pobre de espírito que sofre por ser rico em dinheiro… quereis antes que seja eu o vento e que te ajude a sair do remoinho onde te encontrais?
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